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A variedade da oferta formativa do Instituto Politécnico de Lisboa (IPL) foi o que atraiu os 50 jovens participantes da Academia Forum Estudante que hoje começou. Vieram até à capital numa viagem que terá paragem nas seis escolas e dois institutos superiores em que se ramifica esta instituição de ensino, com direito a um passaporte e tudo para carimbar para a posteridade tal experiência única e gratuita.

O Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL) foi o anfitrião do primeiro dia de atividades da Academia Politécnico Lx. É por lá, na Residência Maria Beatriz, que os 50 participantes desta experiência única, fruto de uma parceria com a Forum Estudante, ficarão instalados. A 2ª edição desta iniciativa representa «uma viagem», nas palavras de Vanessa Glória, responsável pelo Gabinete de Comunicação do IPL. E por isso foi até concebido um passaporte para que os estudantes entre os 15 e os 18 anos possam, ao longo da semana, ir carimbando as competências exploradas em cada um dos 9 institutos e escolas superiores em que se desdobra esta «família» escolar da capital. Mas, atenção, «neste passaporte de competências falta uma... a diversão», frisou na sessão de boas-vindas à comitiva o vice-presidente do IPL, António Belo. «Queremos que se divirtam de uma forma proveitosa, que conheçam a diversidade de áreas da formação do IPL, que saiam daqui com a certeza do que querem ser e a certeza do que não querem ser, que façam novas amizades e abusem das relações interpessoais», desenvolveu ainda sobre esta academia que tem precisamente como lema: "Porque podes ser o que quiseres".

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«Na primeira edição, não foram só os participantes que aprenderam muito, nós também aprendemos com eles», confessou Vanessa Glória. E por isso, este ano não houve tempo a perder, com a organização a desafiar os jovens, logo à chegada, com um speed dating. Qual a tua viagem ou trabalho de sonho? Qual foi o primeiro concerto a que assististe? Qual é a tua peça de roupa preferida? Meia-meia, sapato-sapato, ou meia-sapato, meia-sapato? Foram algumas das perguntas quebra-gelo. As conversas são mesmo como as cerejas, ficou provado, pois que de muitos outros assuntos se aproveitou para falar entre as duplas.

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Depois do almoço seguiu-se a apresentação formal do ISEL, uma das maiores e mais antigas escolas de Engenharia do país, com 11 licenciaturas à escolha e uma taxa de empregabilidade superior a 90%. Civil, Eletrónica, Mecânica, Informática, Multimédia, Telecomunicações, Química e Biológica são algumas das variações da engenharia aqui contempladas, conforme explicou o presidente do ISEL, Jorge Sousa. A mesma fonte sublinhou ainda a adaptação da oferta formativa com a abertura de novos cursos.

O tipo de trabalho desenvolvido em algumas destas licenciaturas foi depois demonstrado aos 50 jovens desta academia, através de workshops, jogos e experiências sensoriais. Divididos em quatro grupos partiram À Descoberta da Engenharia, por exemplo jogando o ISEL Alive Let's Party – «uma espécie de Trivial Pursuit sobre diferentes áreas temáticas que vão da Matemática à Física, à Eletrónica, às Telecomunicações, aos Computadores ou à Gestão». Ali ao lado houve quem tentasse construir, em diferentes escalas, a famosa Ponte Leonardo da Vinci, sem recurso a qualquer ferramenta ou elemento de fixação. Mais simples de dizer do que de fazer. E ainda quem tentasse calcular o número Pi com a ajuda de um quadrado no chão e moedas. No outro canto, o espaço Onde Está a Química, fizeram-se experiências com antioxidantes e quantificantes eletrónicos. Já no recanto Física na Cozinha, provou-se que a água nem sempre ferve a 100 graus e que é possível medir a velocidade da luz com uma tablete de chocolate e um micro-ondas.

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No final do dia, em jeito de descontração, houve um drum circle, uma atividade de team buiding, a partir dos sons vocais e de percussão. A ideia deste projeto de Pedro Lascas, músico e aluno da licenciatura em Música na Comunidade, é «utilizar a música para trabalhar valências humanas e profissionais». «A música é uma excelente ferramenta para trabalhar a psicomotricidade, a matemática, a linguística», diz-nos. Aqui trabalhou-se a desinibição através de três componentes: Vocal («já que é na voz que reside o nosso ser, é nela que estão os nossos bloqueios e certezas»), Corporal («para treinar a postura, seja num palco ou numa entrevista de emprego») e Musical («para exercitar a harmonia e o trabalho em equipa»). Todos saíram, como pedido, da sua zona de conforto nesta experiência musical em grupo. Amanhã as músicas serão outras...

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