Qual é a experiência de famílias em que vários elementos optam pela mesma instituição de ensino superior? Nesta série de artigos, vamos à descoberta deste lado familiar do Politécnico de Setúbal e das histórias de pais e filhos que se partilharam os mesmos corredores e salas de aula.
Foi no Politécnico de Setúbal, que Catarina Caçador e Luís Ruivo se conheceram, durante a década de 90. A ligação dura até aos dias de hoje, num casamento que celebrou em abril 31 anos. “Passámos muitas histórias no IPS”, recorda Luís, hoje coordenador logístico numa multinacional alemã: “É uma instituição que nos marcou muito pela relação familiar e por toda as amizades que fomos mantendo”. “É onde me sinto em casa”, acrescenta Catarina.

Catarina e Luís na Queima das Fitas de 1998
A ligação do casal ao IPS manteve-se ao longo das décadas, mesmo depois de terminado o curso. Catarina trabalhou 16 anos na instituição, depois de terminar a licenciatura. Luís voltou a estudar em 2008, no curso de Gestão de Distribuição e Logística. Mais tarde, a filha de ambos, Mafalda Ruivo, de 22 anos, também escolheu o Politécnico de Setúbal na altura de ingressar no Ensino Superior, sendo hoje estudante da licenciatura em Comunicação Social. “A nossa filha acrescentou algumas páginas ao longo livro que é a ligação com o IPS”, sublinha Luís Ruivo.
Para Mafalda a escolha pelo IPS foi muito natural. “Desde muito pequenina que já ia para o IPS – era conhecida nos corredores e a comunidade ajudava a tomar conta de mim”, conta a estudante.

Mafalda, de 22 anos, é também estudante do IPS, na licenciatura em Comunicação Social.
Ensino prático em proximidade
Os três elementos desta família concordam quanto às características distintivas do Politécnico de Setúbal. “Escolhi o IPS por saber que encontraria um ensino mais prático, com um grande investimento em laboratórios, equipamentos e outros recursos que nos dão uma visão global”, conta Catarina. “A ponte entre a prática e a teoria permite-nos sentir de outra forma o que estamos a estudar”, acrescenta Luís.
Ao longo das últimas três décadas, Catarina, Luís e Mafalda têm mantido uma ligação ao Politécnico de Setúbal.
A experiência vivida há mais de duas décadas é também confirmada por Mafalda no presente: “Acho que o meu curso é muito prático, o que nos torna mais preparados para a realidade que vamos encontrar no mercado de trabalho”.
Para além do ensino prático a família destaca também a proximidade como fator diferenciador. “A ligação com professores e funcionários foi fundamental”, explica Luís, uma opinião corroborada por Catarina: “Não é um ensino impessoal, há uma relação muito próxima”. Um exemplo ilustrativo, destacam, é a rede alumni que organiza encontros anuais. “O IPS faz esse esforço de manter a relação com os antigos alunos”, reforça Catarina, recordando outras iniciativas como o programa de mentoria.
De volta ao presente da instituição, Mafalda confirma encontrar também esta ligação. “Sempre considerei o IPS uma família”, reforça a estudante que, tal como os pais, é também dirigente na Associação de Estudantes do IPS. “Pisar os sítios que os mais pisaram, seguindo a minha história de forma diferente, é um orgulho para mim”, realça Mafalda, antes de concluir: “É muito importante tê-los a acompanhar a minha vida académica”.





