O que pensas que caracteriza a ESTGOH? 

Somos uma escola que, ao ser situada no interior, não tem tantos alunos como outras. Mas isso faz com se distinga pelo clima de união – todos os alunos se relacionam muito bem. Por outro lado, penso que o facto de estarmos no interior traz também outras vantagens. Eu sou de Lisboa e senti uma grande diferença nos preços – tive a possibilidade de ter um alojamento de qualidade, por exemplo. E também no acesso a estágios e a oportunidades de trabalho em part-time que podem ser importantes numa experiência de ensino superior. 

O que pode um aluno esperar se escolher a ESTGOH? 

Um estudante que escolha a ESTGOH pode esperar uma grande variedade de atividades extracurriculares para experimentar, fazer desporto gratuitamente através de um protocolo assinado com a Câmara Municipal, e pode esperar um clima familiar e de segurança, nomeadamente no que diz respeito à sua vida académica. 

 

 


«O Ensino Superior é uma jornada muito bonita e que tem coisas muito positivas. Devemos todos vivê-la da melhor maneira possível»

Mafalda Pinto, presidente da AE ESEC


 

 

O que achas que mais vais acarinhar no futuro? 

Vou acarinhar sobretudo a relação com os professores – sempre muito simpáticos e prontos a ajudar. São também professores que nos ajudam a encontrar um caminho profissional. Se encontramos oportunidade de carreira, é também graças a eles, que nos aproximam das empresas. 

Alguma mensagem que queiras deixar? 

Uma das grandes questões ligadas ao Ensino Superior é a sua relação com o local. Não é por estar no interior que não temos infraestruturas, temos até maior facilidade em aceder às mesmas. Por isso, diria que o interior é tão bom como o resto de país, promovendo até uma relação mais saudável entre a vida pessoal e a vida académica. 

«Foi graças à ESTGOH que consegui desenvolver o meu percurso profissional»

Francisco Mesquita, Especialista em AI e diplomado da licenciatura em Engenharia Informática na ESTGOH

“Na altura de escolher uma instituição de ensino superior, fazia sentido para mim ir estudar para um sítio mais calmo, uma localidade mais pequena, com uma comunidade académica de menor dimensão e mais unida. Esta expectativa acabou por se confirmar – a adaptação foi realmente fácil, pelas características da cidade e da própria ESTGOH. Estudei Engenharia Informática devido a um fascínio mais geral por essa área e encontrei uma introdução a diversos ramos que me ajudou a perceber o que fazer no futuro. Graças à inspiração do professor Gonçalo Marques, acabei por me especializar em Inteligência Artificial, que é a área em que trabalho hoje em dia. Foi graças ao curso da ESTGOH que consegui iniciar e desenvolver este percurso profissional”.